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Mostrando postagens de 2010

Escrever bem

A produção de bons textos, dentro e fora das empresas, é resultado de garimpo, fascínio e determinação. Há ainda técnicas, boas técnicas. Saboreiam-se frutos que foram cultivados. Nada mais.

Parabéns, Flávio

Gosto dos alunos teimosos, determinados, obsessivos, disciplinados. Melhor ainda, se eles forem bem humorados, certos do que querem e disciplinados. Neste ano, conheci muitos com essas características. Quando saem os resultados das provas, passada a fase de plantio e de interação intensa, eu e eles começamos a saborear os frutos. O mais comum é chegarem com pouco ou nenhum hábito de leitura. Nada leem além da literatura técnica. Para o candidato a concurso, manter hábito de leitura diversificada é simplesmente impensável. Justifica-se por serem várias provas, a exigirem toneladas de informação. É aí que entra a determinação. Fugir das desculpas, driblar a falta de tempo, ludibriar velhos hábitos de estudo, convencer-se de que ler é mais que estudar: é abrir a mente, azeitar o cérebro e ampliar infinitamente a possibilidade de compreender qualquer texto - inclusive e, principalmente, os das matérias específicas. Normalmente, começo por uma reflexão. Básica. O que a pessoa que o avalia e...

O recado de Senna - Carlos Alberto di Franco

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O fenômeno Ayrton Senna repercutiu no meu curso de pós-graduação. A cadeira Ética Jornalística, voltada ao estudo da imprensa de qualidade, não poderia fugir à análise do impressionante banho de mídia que marcou a cobertura de uma comoção histórica.  Senna, ao contrário do que afirmam alguns, não foi um produto artificial da mídia. Foi a manifestação acabada de uma dramática carência. Um estudo da seção de cartas dos leitores, delicado sensor da opinião pública, confirma a hipótese. “É difícil expressar o sentimento do povo neste doloroso momento”, sublinhava um leitor do Estado. “Logo ele, um dos raros brasileiros que nos dava orgulho. Não dá para nos conformarmos. Enquanto isso, somos obrigados a viver sem segurança, ameaçados sempre, sem esperança de dias melhores, e a aturar esse Congresso cheio de corruptos”, concluía. Para um leitor do JB, “a morte de Senna significa o desaparecimento do único brasileiro que podia erguer a bandeira do Brasil no exterior e era aplaudido...

Nada será como antes, não é mesmo?

Publicado mais um de meus artigos no RHPortal com este título: "Nada será como antes, não é mesmo?". Para acessá-lo, clique no link abaixo: http://www.rhportal.com.br/artigos/wmview.php?idc_cad=72ek7m8w5

Tiririca e os idiotas

Por Gilberto Dimenstein Essa crescente cultura meritocrática nas empresas ajuda a explicar a aversão dos jovens à vida política, que, neste ano, ganhou como ícone o comediante Tiririca, autor do slogan mais polêmico destas eleições ("Pior do que está não fica"). Um dos problemas do país (que se acentua cada vez mais) é a crescente rejeição de jovens talentosos a entrar na vida pública ou mesmo a acompanhá-la. Isso é o que se pode chamar de idiotice -pelo menos no sentido que os antigos gregos emprestavam ao termo. Texto completo em: http://spaces.msn.com/aprendizesmelaniacosta/

Retorno: como é bom!

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Estimada Melânia, Aprendi que um dos mais nobres sentimentos é a gratidão... Por isso, agradeço-lhe os conhecimentos transmitidos, a disponibilidade infinita, a paciência, o bom humor, a tranquilidade e a experiência! Saiba que nossas manhãs (e algumas tardes) juntas foram maravilhosas! Sua didática e o bate papo me ensinaram MUITO! Que Deus continue te abençoando nesta função, dando-lhe saúde, alegria e sucesso! Saiba que conquistei as duas aprovações (na Fhemig e no Hospital Odilon Behrens) em primeiro lugar (quem diria, né?). Quanto Português, devo gratidão a você!!!!! Mais uma vez, muito obrigada! Espero encontrá-la mais vezes... Um forte abraço, saudades, Letícia

Viagem a Portugal - Saramago

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"O fim duma viagem é apenas o começo doutra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na Primavera o que se vira no Verão, ver de dia o que se viu de noite, com sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para os repetir, e traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre. O viajante volta já." - in Viagem a Portugal, 2ª ed., Lisboa, Editorial Caminho, 1984 Este livro é resultado de uma viagem que o autor fez por Portugal, com o intuito de descobrir novos caminhos, para além daqueles que todos conhecem e indicam. "Não sei por onde vou, só sei que não vou por ai", é o lema desta Viagem a Portugal.

"A dentro" ou "adentro"?

- Por Thaís Nicoleti - "Hoje, Sexta-Feira da Paixão, os berra-bois berravam seus zunidos noite a dentro." A frase suscitou uma questão de ortografia, que nada tem a ver com a reforma ortográfica. Trata-se de dúvida frequente sobre a grafia da palavra "adentro", assim, uma palavra só. Usa-se "adentro" nos sentidos de "em direção à parte interior de" ("Entrou pela casa adentro") ou "em meio a algo", geralmente denso, compacto ("Embrenhou-se floresta adentro na captura dele")."Adentro" é termo de uso formal; o advérbio "dentro" também pode ser empregado no sentido de "para o interior de" ("Entrou casa dentro"). O texto corrigido: Hoje, Sexta-Feira da Paixão, os berra-bois berravam seus zunidos noite adentro.

Twitando por Saramago

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1. Adeus a Saramago, 87anos: Nobel Literatura, jovem, lia em bibliotecas, comprou seu 1o. livro aos 19anos - dinheiro emprestado de um amigo. 18/06 10h 2. Temos despertado amor aos livros? Jovens e crianças, amigos e colaboradores, veem em nós leitores apaixonados? 18/06 10h30 3. "Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, nao vamos a parte nenhuma." - J.Saramago 18/06 11h

Redação é técnica e treino!

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O estudante Hélio Soares, do primeiro ano do curso de Direito da USP, tem só 18 anos, mas demonstra muita experiência quando o assunto é vestibular. Sua primeira redação no início do ano recebeu nota 3,5. No final do terceiro ano, ele saiu do ensino médio direto para a faculdade e garante que o bom desempenho em redação não é resultado de talento ou inspiração, mas de pura prática. O texto de Soares foi um dos 53 selecionados como referência pela Fuvest. Fuvest divulga textos exemplares para servir de referência a estudantes http://www.fuvest.br/vest2010/bestred/bestred.html >

Livros aproximam

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Amamos até mesmo os que nunca lemos, pois eles fazem parte de nossa história. O desmonte de uma biblioteca nos obriga a repensar o significado dos livros, a avaliar se continuamos ou não com eles, a desfazer um contrato amoroso que dura trinta ou quarenta anos. Leia mais em Onde botar os livros? Postei um comentário para o autor desse artigo, Ronaldo Correia de Brito: "Lindo texto! Não tenho tantos livros quanto gostaria, mas alimento por eles o mesmo sentimento que você. Até pelos que não pude ter". A resposta, inesperada, veio delicadamente por um e-mail: "Melânia,grato pela leitura. Estarei em BH, amanhã, falando de literatura e criação. Abraço, Ronaldo".

Cinema Argentino

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Lugares Comuns, um delicado filme argentino, a respeito de um professor que se aposenta compulsoriamente e passa a ter contato com os chavões do quais nós, pobres mortais, seremos vitimas inevitavelmente. http://www.youtube.com/watch?v=oKBGfpHCbYc&feature=related

“Que país é esse!” (ou este?)

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Segundo a gramática, se o falante está no local do qual fala, usa-se este. É o demonstrativo adequado para indicar proximidade espacial. Assim: esta casa, este bairro, esta empresa, este sofá referem-se ao lugar onde o falante está. Uma curiosidade, no entanto, é o fato de que, inconscientemente, o falante distancia-se do país ao dizer “Que país é esse?”. É como se não o reconhecesse como seu. É como se demonstrasse estranheza. Para saber mais sobre Pronomes Demonstrativos, entre em contato conosco: Melânia Costa e Fernando Santana 31 3281-9419 e 9988-9610 melaniacosta@gmail.com

Vale a pena. Este é o gás da paixão:

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"Oi Melânia! Tudo bom? Aqui é Carol, eu fiz aula de redação para a segunda etapa do vestibular da UFMG com você agora em janeiro/2010! Estou escrevendo para contar (com um certo atraso!) que fui aprovada e que fiz 90 pontos na prova de redação! Muito obrigada pela ajuda, pelas dicas e pelo carinho nas aulas (mesmo que poucas) que tivemos! Espero que continuem ajudando vestibulandos, concursandos e todo mundo a escrever melhor! Muito obrigada e parabéns pelo seu trabalho! Um grande beijo, Carol Sotto Mayor