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Mostrando postagens de julho, 2015

Massacre pela internet: clique para humilhar

Você conhece a história de alguém que se deu mal por causa de algo que publicou - ou foi publicad na internet. Pode ser aquela foto constrangedora do funcionário. Um comentário muito idiota, dificilmente dito em voz alta. Tem também o vídeo íntimo, gravado em um momento de empolgação, e o print daquela conversa no WhatsApp, quase tão secreta quanto o tal vídeo. Se a criação desse conteúdo exige cautela, o mesmo vale para quem curte e compartilha o material. Oh, yeah. Seu riso ou gesto de indignação, traduzido naquele joinha com jeitão inocente, pode contribuir para arruinar vidas. Em alguns casos, até acabar com elas. A acusação é forte e você tem todo o direito de achá-la exagerada. Há também quem argumente que o autor mereça essa superexposição, equivalente ao tamanho de sua besteira. O problema é que, no tribunal chamado internet, as regras não são claras. Um mesmo conteúdo pode passar despercebido ou gerar reações das mais indignadas. E qualquer um pode parar no banco dos réus...

A tecnologia é nossa escrava, não nossa mestra

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Susan Greenfield Susan Greenfield, neurocientista britânica, argumenta que a tecnologia deixou de ser criada para o benefício do homem e passou a ser algo fora do nosso próprio controle. Segundo Greenfield, é preciso um diálogo coletivo sobre o tipo de sociedade que queremos formar para que capacidades comunicacionais e relacionais humanas não sejam perdidas. Conferencista do Fronteiras do Pensamento 2012. Fronteiras do Pensamento -  http://www.fronteiras.com/